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BOPE resgata 13 crianças mantidas reféns em CMEI de Curitiba após invasão armada

BOPE resgata 13 crianças reféns em CMEI de Curitiba após invasão armada; cinco foram avaliadas por médicos. Suspeito foi neutralizado pela PMPR.

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Na tarde desta sexta-feira (9), a Polícia Militar do Paraná (PMPR) realizou o resgate de 13 crianças, com idades entre 4 e 5 anos, que eram mantidas reféns no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Braz, em Curitiba. O incidente começou quando um homem invadiu a unidade escolar portando uma faca, um simulacro de arma de fogo e material inflamável, ameaçando as crianças.

A PMPR foi acionada pelo telefone 190 e rapidamente mobilizou equipes do 12º Batalhão de Polícia Militar, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e do Comando de Aviação (COMAV). O local foi isolado para garantir a segurança de alunos e funcionários, enquanto as equipes especializadas iniciaram as negociações com o suspeito.

Durante cerca de três horas, os policiais tentaram persuadir o homem a libertar as crianças. No entanto, a situação se agravou quando ele passou a agir de forma agressiva, chegando a ferir algumas vítimas e ameaçar provocar um incêndio ao espalhar material inflamável pelo ambiente.

Diante do aumento do risco, o BOPE realizou uma intervenção tática, neutralizando o suspeito e resgatando as 13 crianças. Cinco delas foram encaminhadas para avaliação médica, sendo uma com ferimentos visíveis no rosto. As demais receberam atendimento das equipes de emergência no local.

A direção e os professores do CMEI colaboraram retirando outras crianças do prédio durante o ocorrido, evitando que mais pessoas fossem expostas ao perigo. A ação contou ainda com apoio do Samu, Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, Guarda Municipal de Curitiba, Polícia Civil e outros órgãos municipais e estaduais.

As circunstâncias e motivações do ataque serão investigadas pelas autoridades competentes. O trabalho integrado das equipes de segurança e profissionais da educação foi fundamental para preservar a integridade das vítimas e da comunidade escolar.

Fonte: www.pmpr.pr.gov.br