A Polícia Civil de Santa Catarina solicitou à justiça a apreensão do passaporte do adolescente acusado na morte do cão Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. A medida busca impedir que o jovem deixe o país. A Polícia Federal já foi informada sobre o pedido.
Manifestação do Ministério Público
O Ministério Público de Santa Catarina posicionou-se favorável ao pedido de apreensão do passaporte. A instituição enfatizou seu papel ativo na busca por justiça, colaborando com as investigações em curso sobre a trágica morte do cão Orelha.
Divergências nas Investigações
O caso gerou divergências entre a Polícia Civil e o Ministério Público. O MP destacou a necessidade de diligências adicionais para esclarecer pontos pendentes, envolvendo tanto a promotoria da Infância e Juventude quanto a área criminal.
Esforços de Investigação
A Polícia Civil concluiu as investigações iniciais e solicitou a internação de um dos adolescentes envolvidos. A análise de imagens de segurança e depoimentos de 24 testemunhas foram cruciais, embora não existam gravações do momento exato do ataque.
Possível Coação e Ameaças
Há suspeitas de coação no decorrer do processo, com relatos de ameaças a familiares dos adolescentes investigados. O Ministério Público requisitou investigações complementares para confirmar se há relação entre esses eventos e o caso de maus-tratos aos animais.


