A Polícia Militar do Rio de Janeiro confirmou que as câmeras corporais dos policiais envolvidos na morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, estavam descarregadas no momento da abordagem na noite de domingo, 15 de outubro.
Investigação em Andamento
A corporação informou que a Secretaria da Polícia Militar está conduzindo uma apuração completa dos eventos. Normas internas exigem que, ao identificar falhas nos equipamentos, os policiais retornem à base para substituição das câmeras.
Reações e Consequências
Entidades manifestaram repúdio à morte da médica, que foi atingida por tiros de fuzil após seu carro ser confundido com o de criminosos. Andréa Marins era uma renomada cirurgiã oncológica especializada em endometriose.
Desdobramentos do Caso
Os policiais envolvidos foram afastados das funções de rua. O enterro de Andréa ocorreu na terça-feira, 17, no Cemitério da Penitência, no bairro do Caju.


