A cidade de Londrina dará início à Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe neste sábado, 28 de março. A vacina, que é ajustada anualmente para combater o vírus influenza, tem como objetivo prevenir a gripe e evitar complicações decorrentes da doença. Nesta primeira fase, a campanha está voltada especialmente para grupos prioritários, como idosos, gestantes e crianças, devido ao maior risco que esses grupos enfrentam.
Locais de Vacinação e Dia D de Mobilização
A campanha será oficialmente lançada durante a VI Feira da Saúde, que acontecerá no pátio do Hospital Zona Sul de Londrina, localizado na Rua das Orquídeas, 75, Parque Ouro Branco, das 9h às 17h. Além disso, o Dia D de Mobilização contará com a abertura de 18 Unidades Básicas de Saúde (UBS) em Londrina, que estarão funcionando das 8h às 17h para aplicar a vacina contra a gripe. Não é necessário agendamento; basta comparecer com um documento de identificação e, se possível, a carteira de vacinação.
Grupos Prioritários
Os grupos prioritários incluem crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com mais de 60 anos, gestantes, puérperas, professores, pessoas com deficiência, portadores de doenças crônicas, trabalhadores de transporte coletivo, portuários, caminhoneiros, profissionais de saúde, forças de segurança, população privada de liberdade e jovens sob medidas socioeducativas. Em etapas futuras, a vacina será disponibilizada para a população em geral.
Distribuição de Doses e Metas
O Ministério da Saúde é responsável pela aquisição e distribuição das vacinas. Para esta etapa inicial, o Paraná receberá 332.000 doses, sendo aproximadamente 13.500 destinadas a Londrina, com chegada prevista para a tarde de 25 de março. A partir de 30 de março, as doses estarão disponíveis em todas as UBSs de Londrina, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h30. A meta para 2026 é vacinar pelo menos 90% dos idosos, gestantes e crianças dentro da faixa etária especificada.
Proteção e Prevenção
A vacina contra influenza é trivalente e protege contra as três cepas mais comuns do vírus: H1N1, H3N2 e B/linhagem Victoria. O objetivo é reduzir complicações, internações e mortalidade causadas pelo vírus. A diretora de Vigilância em Saúde, Fernanda Fabrin, ressalta que o monitoramento das síndromes respiratórias já está em andamento, destacando a importância da vacina como medida preventiva. A vacina é contraindicada para bebês menores de seis meses e pessoas que tiveram reações graves em vacinações anteriores.


