quarta-feira, março 4, 2026

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Governo Anuncia Plano para Combater Incêndios Florestais em 2026

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) apresentou, nesta quarta-feira (4), o plano estratégico para o combate aos incêndios florestais em 2026. A iniciativa inclui a publicação de uma portaria de emergência ambiental por região e a formação de uma equipe de mais de 4.600 brigadistas, além de uma infraestrutura operacional capaz de cobrir todo o território nacional.

Resultados Anteriores e Novas Metas

A ministra do MMA, Marina Silva, destacou que os esforços começaram em 2023, durante uma crise de incêndios no país, e já apresentaram resultados significativos em 2025. Houve uma redução de 39% nos focos de incêndio em todo o Brasil, com a Amazônia e o Pantanal registrando reduções de 75% e mais de 90%, respectivamente.

Importância da Portaria de Emergência

O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, ressaltou que a portaria de emergência publicada no Diário Oficial da União é crucial para a contratação dos brigadistas e serve como um alerta, estabelecendo os períodos de emergência em cada região do Brasil. Ele mencionou que, apesar do ano chuvoso, a mudança climática exige atenção constante.

Critérios Científicos na Preparação

Os critérios para a elaboração do documento incluem avaliação do déficit de chuvas, histórico de calor e previsão climática. Essas informações guiam as ações do Ibama, do ICMBio e de outros órgãos ambientais, que trabalham em conjunto a partir da Sala de Situação permanente, criada em 2024.

Estrutura Operacional Ampliada

Além da Sala de Situação, a estrutura operacional será composta por três bases logísticas, duas vilas operacionais ampliadas e um sistema de monitoramento via satélite em tempo real. Contará também com 246 servidores das brigadas florestais, com 131 brigadas do Ibama e 115 do ICMBio, distribuídas em áreas de maior risco.

Inclusão de Indígenas e Quilombolas

Um destaque do projeto é a integração de indígenas e quilombolas nas brigadas, formando 50% e 10% da força de trabalho, respectivamente. Essa inclusão é fundamental, pois são pessoas que conhecem bem os territórios e possuem experiência em ambientes florestais.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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