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Copa do Mundo 2026 terá participação recorde de 10 seleções africanas

A Copa do Mundo de 2026 marca um momento histórico para o futebol africano, com a presença inédita de 10 seleções do continente na disputa pelo título. O torneio, que será realizado no Canadá, México e Estados Unidos, contará com 48 equipes, ampliando o espaço para novas seleções e aumentando a diversidade na competição.

O Marrocos, atual campeão da Copa Africana de Nações, estreia contra o Brasil no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. A equipe marroquina, conhecida como Leões do Atlas, ganhou destaque após alcançar a semifinal na Copa do Mundo de 2022, no Catar, feito inédito para uma seleção africana. O desempenho colocou o time entre os favoritos e chamou a atenção de torcedores ao redor do mundo.

Além do Marrocos, outras nove seleções africanas estão garantidas no torneio: África do Sul, Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Egito, Gana, República Democrática do Congo, Senegal e Tunísia. A presença dessas equipes reflete o crescimento técnico dos jogadores africanos, muitos deles atuando em grandes clubes europeus.

Entre os destaques individuais, estão Achraf Hakimi, lateral do Paris Saint-Germain, pelo Marrocos, Mohamed Salah, atacante do Egito, e Sadio Mané, referência do Senegal. Essas seleções chegam motivadas, algumas com histórico recente de boas campanhas em Copas anteriores.

A edição também traz seleções estreantes, como Cabo Verde, e o retorno de países como a República Democrática do Congo, que não participava do Mundial há mais de 50 anos. Essa diversidade é vista como um avanço para o futebol africano, que busca maior representatividade e valorização internacional.

O torneio começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México. A África do Sul volta à competição após 16 anos, desde que sediou o evento em 2010.

Apesar do otimismo, desafios como questões diplomáticas e logísticas ainda preocupam as delegações africanas. Recentemente, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve sua entrada negada nos Estados Unidos, levantando discussões sobre a realização do evento em meio a tensões internacionais.

Com a participação ampliada, a expectativa é de que as seleções africanas conquistem novos espaços e avancem ainda mais nas fases decisivas da Copa do Mundo 2026.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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