A partida entre Flamengo e Independiente Medellín, válida pelo Grupo A da Copa Libertadores da América, foi cancelada na noite de quinta-feira (7) devido a atos de vandalismo cometidos por torcedores colombianos no estádio Atanásio Girardot, em Medellín.
O jogo teve início normalmente, mas foi interrompido após pouco mais de três minutos quando sinalizadores e bombas foram lançados em direção ao campo, especialmente próximo ao gol defendido pelo goleiro Rossi, do Flamengo. Houve ainda tentativa de invasão ao gramado por parte de alguns torcedores, o que exigiu intervenção imediata da Polícia.
Diante do cenário, a arbitragem determinou que jogadores das duas equipes se retirassem para os vestiários. Eles permaneceram no local por cerca de 1 hora e 15 minutos, enquanto aguardavam uma decisão oficial da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), que optou pelo cancelamento da partida.
Após o anúncio, o diretor de futebol do Flamengo, José Boto, divulgou um vídeo nas redes sociais defendendo que os pontos da partida sejam atribuídos ao clube carioca, argumentando que a responsabilidade pela falta de segurança era da equipe mandante. Segundo Boto, até o presidente do Independiente Medellín reconheceu que não havia condições adequadas de segurança no estádio.
Boto ressaltou que o Flamengo queria jogar, mas exigia garantias para a segurança dos atletas, torcedores e comissão técnica, tanto dentro quanto fora do estádio, o que não foi possível. Por isso, considerou a decisão da Conmebol adequada, priorizando a integridade física dos envolvidos.
Em outro confronto da Libertadores realizado na mesma noite, o Mirassol venceu a LDU, do Equador, por 2 a 0 no estádio Maião, assumindo a liderança do Grupo G. Os gols foram marcados pelos zagueiros Lucas Oliveira e Reinaldo. Com o resultado, o Mirassol chegou a nove pontos, enquanto a equipe equatoriana permaneceu com seis, mesma pontuação do Lanús, da Argentina.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br









