A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou uma nova política para participação em competições femininas. A partir da temporada 2026/2027, apenas atletas do sexo biológico feminino poderão competir nos torneios organizados pela entidade.
Segundo a CBV, a medida segue as diretrizes do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Para garantir o cumprimento da regra, será exigida a testagem do gene SRY, normalmente realizada por exame de sangue ou esfregaço bucal.
A política de elegibilidade será aplicada em campeonatos como Superliga A e B, Supercopa, Copa Brasil, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia e CBVP Challenger, a partir de 2026. A decisão busca alinhar as normas nacionais às internacionais.
Entre as atletas que podem ser impactadas está Tiffany, jogadora trans do Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, o Supremo Tribunal Federal autorizou sua participação em partida após recurso da CBV contra lei municipal que restringia atletas trans em eventos esportivos.
O presidente da CBV, Radamés Lattari, afirmou que a entidade visa manter o alinhamento com as regras internacionais e garantir igualdade nas competições nacionais.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br




