Em depoimento à Polícia Civil, o ex-companheiro de Gisele Alves Santana, policial encontrada morta com um tiro na cabeça, afirmou que ela não tinha tendências suicidas. A declaração foi feita na última sexta-feira, 13 de outubro, segundo o advogado da família, José Miguel da Silva Junior.
Detalhes do depoimento
O ex-marido, com quem Gisele teve uma filha, destacou que ela estava em processo de separação e procurava um novo lar. Ele negou que Gisele tenha sido agressiva em qualquer momento. A policial desejava alugar uma casa, mas acabou não conseguindo e pensou em retornar à casa dos pais.
Relação com o ex-marido
José Miguel da Silva Junior enfatizou que Gisele mantinha uma boa relação com o ex-marido. A filha do casal tinha receio de ficar na companhia do atual marido de Gisele, o tenente-coronel Geraldo Leite Neto, que estava presente no momento do ocorrido e alegou suicídio.
Resultados dos laudos
Os laudos necroscópicos do Instituto Médico Legal revelaram lesões na face e na região cervical de Gisele, indicando pressão digital e marcas de unhas. O último laudo foi emitido em 7 de março, um dia após a exumação do corpo, enquanto o laudo inicial, de 19 de fevereiro, já mencionava essas lesões.


