O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, destacou a gravidade da situação de Dourados, no Mato Grosso do Sul, que se encontra em estado de emergência devido ao aumento de casos de chikungunya. Durante visita ao município, Terena enfatizou a responsabilidade coletiva na gestão da crise de saúde, sem atribuir culpa a qualquer nível de governo.
Impacto nas Comunidades Indígenas
Dourados concentra o maior número de casos prováveis de chikungunya no estado, com 759 registros. As comunidades indígenas são as mais afetadas, registrando cinco dos sete óbitos ocorridos no estado, incluindo dois bebês com menos de quatro meses de vida.
Medidas de Combate ao Aedes Aegypti
Em resposta à crise, o governo federal anunciou uma série de medidas para combater o mosquito Aedes aegypti e melhorar o atendimento aos pacientes. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência e alocou recursos significativos para ações de socorro e assistência humanitária.
Recursos e Ações Emergenciais
O governo destinou R$ 3,1 milhões para Dourados, sendo R$ 1,3 milhão para apoio humanitário, R$ 974,1 mil para limpeza urbana e R$ 855,3 mil para controle da chikungunya. Além disso, 50 agentes de combate a endemias serão contratados e capacitados para intensificar as ações de controle vetorial.
Desafios e Monitoramento Contínuo
Apesar dos esforços, a representante da Força Nacional do SUS, Juliana Lima, destacou a dificuldade em avaliar a evolução da situação devido à dinâmica dos casos. A vigilância continua monitorando diariamente para identificar prioridades no atendimento.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br









