A eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final, gerou grande repercussão nos principais jornais esportivos do mundo. O resultado negativo foi destaque em capas e reportagens, com análises críticas e até ironias sobre o desempenho do time brasileiro.
O jornal argentino Olé destacou o tropeço do Brasil, ressaltando que a seleção perdeu sua identidade tradicional de futebol criativo e técnico. Segundo o veículo, a derrota para a Noruega foi justa e representa o preço por abandonar o estilo de jogo que consagrou o país.
Na Itália, o Corriere dello Sport também abordou a eliminação, enfatizando o papel decisivo do atacante Haaland, que marcou os dois gols noruegueses. O jornal lembrou que o Brasil chegará à próxima Copa com 28 anos sem conquistar o título e classificou a equipe atual como menos expressiva em comparação a gerações passadas.
O diário espanhol Marca, apesar de priorizar o confronto entre Espanha e Portugal, destacou a derrota brasileira e analisou as substituições feitas pelo técnico Carlo Ancelotti durante a partida. O jornal questionou a escolha de Bruno Guimarães para cobrar o pênalti desperdiçado e apontou a falta de protagonismo de Vinícius Júnior no momento decisivo.
Em Portugal, o jornal A Bola também registrou o revés brasileiro, mencionando a atuação de Haaland e do meia Andreas Schjelderup, do Benfica. O veículo classificou a eliminação como “cruel”, elogiando o desempenho de Vinícius Júnior, que criou oportunidades, mas não conseguiu evitar a saída do Brasil da competição.
A repercussão internacional evidencia a decepção com a campanha brasileira e levanta debates sobre o futuro da seleção e a necessidade de resgatar características históricas do futebol nacional.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br




